sábado, 6 de dezembro de 2014

Pensamentos a mil


“Mas fui eu que te levantei quanto todos queriam você pra baixo. Eu fui o braço que te sustentou. Eu dei palavras amigas que te fizeram ficar forte. Eu te apoiei nas coisas mais absurdas, que mesmo me magoando priorizei a tua felicidade. Pra que tudo isso? Pra antes de ir embora você me dizer “você nunca me entendeu”.”

— Londres, 1995.

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